quinta-feira, 23 de junho de 2016

DOSSIÊ


POR QUE NÃO ACONTECE?

Daqui a pouco a foto desbota...

O jornal aparentemente esfriou a cabeça. Depois de mais uma decepção nesse domingo, o JJD junta seus cacos e tenta analisar, mais uma vez, o fracasso do Goela Seca na Interquadras. Parece que virou rotina todo final de junho e dezembro explicar outra derrota diante da turma debaixo. Mais uma vez contamos com times confiantes para trazer o caneco de volta. Va Fanculo e Terceiro Quadro estavam firmes. Renegados era uma esperança vinda da molecada. No final, sorriso amarelo. 

Terceiro Quadro foi o que chegou mais longe. A tríade Nenê, Felipe e Leny, base do time campeão do Apertura 2016, estava lá. Raul, o melhor goleiro do semestre, era segurança. Reforço de Cigano, Alemão e Terra para fechar. Jogou como o Terceiro Quadro joga: objetivo e sofrido. Uma vitória heroica contra o Va Fanculo. Derrota traumática contra o UFUS. O que faltou? Muitos times se remexem antes do apito inicial das partidas. Os vermelhos já contavam com oito jogadores, pois Linho e Biano não chegavam. Poderiam ter negociado com alguma equipe do Goela Seca para recompor essas peças ausentes? Enfim, o time lutou, mas o gostinho da frustração ficou para todos. 

A taça deve ter sumido...

Va Fanculo tinha Deh, Uly, Eduardo, Santiago e Will para darem raça ao time azul. Os treinos não foram bons e todos apostavam resposta durante o torneio. Nas duas primeiras ela surgiu. Os irmãos se deram bem na frente e foram os jogadores mais importantes. A derrota para o Soberano foi uma piada, pois o Va Fanculo jogou bem melhor. As duas equipes estavam classificadas nesta última partida. A semifinal foi surreal. O time abriu 2 a 0 de forma rápida e perdeu um caminhão de gols. Daí em diante só foi tragédia. Nay tomou gol de falta numa bola que foi no seu canto. Deh, que até ali era o destaque da partida, saiu da barreira na cobrança de falta do Alemão. Era o fim. O time perdeu o controle? Onde foi parar o Santiago nos minutos finais? Cadê o controle dos atacantes no momento mais decisivo? Por que o Pedrinho foi tão anêmico? Mais perguntas...

Teremos dois laterais agora para que a bola volte ao campo

Os Renegados estavam bem animados devido aos treinos das semanas anteriores. Mas ficou na ilusão. O time, como esperado, não aguentou à pressão do Va Fanculo e Soberano. Toicinho não foi o mesmo. Sobrou para o Vini e Gustavo se destacarem. Venceu apenas uma partida e parou na primeira fase. Normal.

MEMÓRIA

Algumas pessoas mencionaram o fato da agremiação estar de parabéns por ter colocado mais uma vez um time final depois de muito tempo. Na verdade, o que rolou é um retrato de uma rotina. Entramos com dois times nas semifinais, um deles avança. No torneio seguinte, apenas uma equipe avança e não chega à decisão.

I INTERQUADRAS

Semifinais

Va Fanculo e Terceiro Quadro

Final

Terceiro Quadro (campeão)

II INTERQUADRAS

Semifinais

Chover no Molhado (tomou de seis...)

III INTERQUADRAS

Semifinais

Terceiro Quadro e Chover no Molhado (os dois se enfrentaram e o time vermelho meteu seis...)

Final

Terceiro Quadro perdeu para o Soberano por 3 a 1.

Falta barulho


IV INTERQUADRAS

Semifinais

Va Fanculo perdeu para o Ivan...


V INTERQUADRAS

Semifinais

Terceiro Quadro e Va Fanculo. Só o time vermelho passou.

Final

Terceiro Quadro perdeu novamente. 

VI INTERQUADRAS

Semifinais

Billy Joy (perdeu nos pênaltis)

VII INTERQUADRAS

Semifinais

Terceiro Quadro e Va Fanculo se enfrentaram. Melhor para o time vermelho.

Final

Terceiro Quadro tomou de quatro.


ESCLAREÇA-NOS...

Hoje...

Como se viu, uma sim uma não, um time na decisão. Se for nessa lógica, dezembro promete ser desanimador. O que fazer? Até a quarta edição do torneio utilizávamos os times dos nossos torneios internos. Devido a geração de muita rivalidade interna, a ideia foi deixada de lado. Na quinta edição, uma votação para saber melhores jogadores para montar dois times competitivos foi a aposta. Um vice-campeonato (alegamos que faltou banco de reserva por ter entrado com quatro equipes).

Logo depois, uma ideia que já rondava há muito tempo: montar uma única equipe forte para bater de frente com os caras. Eliminação na primeira fase. Billy Joe, a segunda força, não passou da semifinal. Nessa última edição, Deh estava de volta e nos dava esperança. A base do Terceiro Quadro foi mantida. Nada de conquista. 

Depois de tanta tristeza e revolta, algumas pessoas levantaram a bola de que alguns jogadores não tinham preparo para jogar Interquadras. Então, quem está preparado? Quem são essas pessoas? Onde elas vivem? O que elas fazem? Globo Repórter foi procurar saber...

Rogério Ceni das quadras?

Puxamos todos os torneios desde a primeira edição. Como medir o desempenho de cada jogador? Não foi uma solução fácil. Fomos por um modelo bem simples. Em cada torneio o jogador ganha um ponto por fase ultrapassada. Caso seja campeão, ganha mais dois pontos de bônus. Ou seja, Cigano, campeão da I Interquadras, ganhou um ponto por passar para semifinal e mais um por passar para a final. Com título, ganhou mais dois pontos. Verificado todos os torneios, veja como ficou a apuração:


Olha o Cigano aí...

Por terem vencido a primeira edição, Leny, Raul, Abel, Gustavo, Bah e Cigano aparecem nas primeiras colocações. Abaixo surgem outros jogadores que, por estarem muito tempo na agremiação, acabaram somando pontos mesmo que alguns deles não tenham pisado numa final na vida. Essa pesquisa não nos satisfez. Queríamos saber do aproveitamento. Já que estamos mirando para o futuro, quem tem mais culhão para aguentar esse tipo de torneio?

O cálculo foi o seguinte. Como a expectativa é de ganhar quatro pontos por torneio (1 ponto por fase ultrapassada e mais dois de bônus por ser campeão), dividimos de forma percentual para se chegar ao aproveitamento. Detalhe: como o time das molecadas não oferecem esperança de ganhar alguma coisa, só deixamos a possibilidade de ganhar 1 ponto, ou seja, no máximo chegar à semifinal. Como eles nunca conseguiram isso, os mais velhos que foram inseridos nesses times não têm interferência no aproveitamento que, naturalmente, abaixaria. Vamos analisar em quatro blocos de jogadores.

*Felipe tem 2 pontos em 8 possíveis, fechando em 25% de aproveitamento. Consta errado na tabela acima. 

Os campos em cinza indicam que o jogador não participou do torneio. O campo em branco com letra vermelha indica que o jogador participou do time das pivetadas.

O primeiro bloco traz os dez primeiros colocados. Nenê, em apenas três torneios, já participou de duas finais e nunca ficou na primeira fase. Detalhe: no sexto torneio, ele não foi incluído na equipe das estrelas por algumas pessoas acharem que ele era nervoso demais. Está aí a resposta em campo do cangaceiro, o melhor zagueiro da nossa quadra. Felipe, Miguel, Terra Samba e Alemão chegaram nesse Top 10 pelo bom aproveitamento. Os campeões da primeira edição da Interquadras, exceto o Leny, fecham a primeira lista. Acreditem: o Bah está lá. Raul, com duas finais, é o destaque na parte do gol. Cigano, um dos caras mais cobrados na quadra, é o recordista de decisões: quatro!!! 


Leny, que aparece no Top 5 na primeira lista de pontos somados, é apenas o 13º colocado em aproveitamento devido aos fracassos em edições anteriores. Mas tem duas finais nas costas e foi fundamental para que o Terceiro Quadro chegasse nessa final - fez o gol da vitória contra o Avalanche e começou à virada contra o Va Fanculo. Outros nomes curiosos aparecem na lista como Gabriel e Portuga. O último participou da final da terceira edição pelo Terceiro Quadro e não era um jogador tão engessado como é agora.

Deh tem a sina de perder sempre para os times da própria agremiação. Nas semifinais, todas para o Terceiro Quadro do Cigano. Na primeira fase, Va Fanculo e Chover no Molhado acabaram com a graça do rapaz. Pedrinho, muito crucificado pela turma de Osasco, é o 11º. Com ele no time, nunca deixou de passar para uma semifinal. Como ele só tem meio pulmão, o dentista para na metade, demora bater escanteio e seus times não se classificam para a grande decisão. 


Olha só esse terceiro bloco, que bonito! Nele tem o ex-presidente e o atual presidente, o primeiro ministro e o responsável pelo financeiro. Todos do 20º para baixo, os cabeças da agremiação. Moreno ainda conta com uma final registrada. Mas naquele torneio ele saiu na metade - muitos dizem que se ele tivesse naquela final, a história seria outra. No entanto, seu histórico de eliminação na primeira fase é grande. Toicinho e Caio jogaram muito em times sem perspectiva: merecem desconto. Will e Santiago, que já jogaram juntos em cinco torneios, apresentam um "F" de fracasso tatuado nas costas. Que essa parceria desapareça em nome da glória...


O quarto bloco apresenta jogadores que nunca passaram da primeira fase. Muitos deles são pivetes e é compreensível essa situação. Único nome curioso nessa lista é do Bico de Prata, considerado um dos melhores zagueiros da nossa turma. Devido ao seu temperamento maluco, onde já jogou handebol (o cara conseguiu meter a mão na bola duas vezes, de forma intencional, numa partida só), explica tal posição.

Claro, essa exposição pode parecer meio forçada e pouco realista. Mas é o que temos. Não queremos criticar, ao extremo, cada um através dela. Apenas queremos sugerir uma quebra do mito que surge toda vez que fracassamos e sempre queremos achar os culpados. E os nomes citados, na base do calor, sempre são os mesmos. Que tal citar os fundamentos e posturas que continuam surgindo em cada partida que nos fazem cair diante do adversário? O nosso colaborador Raul fará um apanhado deles em vídeo para mostrar o que realmente estamos querendo dizer:

- o cara que bate lateral, principalmente quando se encontra em nosso campo de defesa, tem que ser marcado. Na final voltamos a ver isso e custou caro. 
- goleiro, meu amigo, tem que pular em todas. 
- gente que está na barreira não pode sair de maneira alguma. 
- não se perde muitos gols numa partida só. 
- líderes mais ativos fazem bem ao grupo. 
- time perdendo e você comete reversão por não cobrar o lateral no tempo permitido... está de brincadeira. 



Quem sabe conscientizando sobre todos esses fundamentos e posturas, dedicados mais à atenção, podemos colher mais frutos? Temos muitos bons jogadores que não negaram esforços nesse último torneio. Aliás, foi o que mais uniu a galera em busca da taça. Mas sempre precisamos de algo mais. Hoje, contra o UFUS, perdemos de goleada em confrontos:

39 jogos
26 vitórias do UFUS
6 do Goela Seca
7 empates

Temos um histórico de time pequeno perante um time grande. Somos nós que arranjaremos um jeito de mudar essa situação. Unindo-se, trabalhando forte e confiando em cada um. A partir desse domingo, além de montar os times para o Clausura, já se falará sobre a próxima Interquadras. Algumas pessoas já se dispuseram a ajudar, como o Moreno, para acabar com esse jejum. O time da pivetada pode ser desmanchado. Toicinho e Gustavo, por exemplo, cabem facilmente em qualquer time considerado favorito. 

Quem sabe no final do ano voltemos a ver cenas como essa. 



Colem na grade!




















terça-feira, 21 de junho de 2016

ENTÃO...


...



Como fazer esse jornal depois dessa? Novamente, a agremiação Goela Seca terá que esperar mais seis meses para levantar um caneco. Em setembro desse ano serão três anos desde a primeira e única conquista. A turma do UFUS já está tonta de tanto dar volta olímpica. São seis conquista seguidas. E dessa vez foi muito comemorada. Pela primeira vez em todas as edições, havia torcedores (jogadores eliminados) do lado de fora esperando o apito final da decisão para comemorar com os campeões no campo. O "chupa, Santiago" ecoou mais forte. 


Dos três times da quadra debaixo, o UFUS parecia que não chegaria ao caneco. Foram dois empates nos dois primeiros jogos. Só a vitória contra Um Gole a Mais para continuar vivo no torneio. Eis que entra Gaúcho, o maior artilheiro da história da Interquadras, para roubar à cena. Fez três gols contra os veteranos e partir dali só foi goelada do seu time para cima dos adversários. Arrancada extraordinária que culminou com um belo título. 







Terceiro Quadro teve uma história quase parecida se não perdesse a grande final. Capengou nos duas primeiras partidas e precisava urgente vencer o Avalanche. Na raça, conseguiu a façanha. Na semifinal, virou uma partida quando perdia por 2 a 0 para o "compatriota" Va Fanculo. Chegava animadíssimo para a decisão. Mas com elenco enxuto. Biano e Lino não foram. Terra Samba e Miguel se machucaram durante o torneio. Na final, não suportou as próprias falhas. Tomou 4 a 1: a maior diferença de gols registrada numa final de Interquadras.

Brasa, dos veteranos, havia dito que foi a pior campanha da sua agremiação no torneio. Estava errado. Foi a segunda pior da história. Mesmo com muitos moleques trazidos na urgência, nenhum dos dois times foi capaz de fazer um ponto sequer. Foram seis partidas e seis derrotas. Unidos da Vila Madalena ainda teve um jogador que conseguiu tomar cinco cartões em menos de cinco minutos (Leny Resende de Freitas conseguiu essa façanha). Por conta dessa tragédia, Leo, um dos responsáveis pela organização dos times, afirmou que sua agremiação só entrará com uma equipe no semestre que vem. 










O grupo A era definitivamente o mais forte. Um Gole a Mais estrearia contra o Avalanche. A partida parecia muito equilibrada. Mas um gol do time branco trouxe tranquilidade. Ampliou para 2 a 0 que definiu a partida. Na quadra debaixo, Terceiro Quadro abriu vantagem para cima do UFUS. No segundo tempo, numa falha feia do Raul, o time branco conseguiu empatar. 2 a 2.









Unidos da Vila Madalena trouxe um monte de moleque esquisito. Começar pelo goleiro, o menor de todos da quadra. Va Fanculo se sentiu na obrigação de vencer. O jogo estava equilibrado até que o goleiro Leo, do Unidos, começou a aprontar. 4 a 1 para o time azul. Detalhe: Leo defendeu pênalti batido pelo Uly. Do outro lado, os Renegados venciam por 2 a 1 no primeiro tempo, sendo que um dos gols foi uma pintura do Gustavo. Mas a molecada não aguentou a inspiração de Juvenal, que anotou quatro tentos na partida. 









Terceiro Quadro e Um Gole a Mais jogaram na quadra debaixo. Jogo feio e amarrado. Os vermelhos quase viram a desclassificação. Jonas, do time azul e amarelo, fez o favor dos deuses. Mandou para as próprias redes e deu de bandeja à vitória ao time vermelho. Na quadra de cima, jogo muito equilibrado. Avalanche e UFUS fizeram uma partida muito movimentada. Marcelo Santista deixou mais um no torneio. Do outro lado tinha Miltinho, que também marcou. Dois a dois no placar. 









Renegados precisava ganhar do Va Fanculo de qualquer jeito. O time branco sempre se dava bem semanas atrás. Conseguiu chegar ao empate duas vezes. Quando tudo parecia terminado, uma obra de arte. Deh dominou uma bola alta e, sem deixar cair, aplicou um mini-chapéu no Diego. Ainda sem a bola cair, meteu de primeira para fazer um golaço. Vitória do Va Fanculo. Soberano, na quadra debaixo, não teve dó do Unidos da Vila Madalena e aplicou um 5 a 2. A vaga para a semifinal estava assegurada. 






O grupo A estava muito indefinido. Três times poderiam terminar com cinco pontos. Sabendo disso, UFUS foi para cima do Um Gole a Mais. Sem tomar conhecimento, meteu quatro, três só do Gaúcho. Classificado, deixava a batata quente para o confronto seguinte. Terceiro Quadro e Avalanche fizeram o jogo mais emocionante do torneio. O time vermelho vencia por 2 a 0. O adversário diminuiu e a partir dali foi uma pressão sem fim, com gols perdidos e ótimas defesas do Raul. De nada adiantou. Terceiro Quadro, 2, Avalanche, eliminado, 1. 









O grupo B só teria partidas para cumprir tabela. Jogando com boa parte de reservas, o Va Fanculo perdeu para o Soberano. Na partida seguinte, os Renegados se despediram do torneio vencendo Unidos da Vila Madalena por 4 a 2. Seis derrotas dos Veteranos. Melancólico. 





Terceiro Quadro e Va Fanculo se enfrentariam na semifinal 1. Mais empolgado, o time azul abriu dois a zero com o Deh. Muitas chances foram perdidas. Will e Uly deixaram praticamente de ampliar na cara do Raul. A bola pune, como diz Muricy. Leny, de falta, diminuiu. Felipe empatou antes do primeiro tempo terminar. No começo do segundo tempo, outra falta. Agora perto da área. Alemão chutou no meio da barreira que abriu. Era o gol da virada histórica. A partir dali, Va Fanculo tentava várias vezes sem sucesso. Raul estava lá para garantir. Apito final, 3 a 2 para o time vermelho e vaga na final. 












A outra partida foi surreal. Mesmo com um time cheio de bons jogadores, como Leo, Rodrigo e Juvenal, o Soberano foi pisoteado em poucos minutos pelo UFUS. Quatro gols relâmpagos liquidaram a partida ainda no primeiro tempo. Ronaldo fez um golaço. Não havia mais clima para uma reação do time verde. Fabiano era a cara da revolta e teve que se contentar em auxiliar no apito na grande final. 


Um cara todo zuado marcando um golaço desse. Pode?







A final trazia duas equipes que saíram do grupo A. Times muito animados por sinal. Avalanche vinha cansado pois tinha acabado de jogar. Terceiro Quadro só com um reserva. Apito inicial, a correria comeu solta. Miltinho, do meio campo, meteu um chutaço no canto e abriu o placar. Raul nem pulou. Ronaldo ampliou em falha de marcação do Cigano. Avalanche 2 a 0. Logo em seguida, Nenê perdeu dividida e Gaúcho fez 3 a 0. Cigano ainda diminuiu antes de terminar o primeiro tempo. Quando todo mundo esperava que o Terceiro Quadro daria pressão, nada disso. Impotente, o time vermelho pouco ameaçou. Ronaldo, inspirado, foi lá e fez mais um para o UFUS, o campeão da VII Copa Interquadras. 





















Juvenal (de verde), artilheiro

Rubens, melhor goleiro



Bando de filhos da puta..



Miltinho, melhor jogador do torneio







Torcida em peso

Vermelhos de deram melhor





Colem na grade!